Formação em nutrição clínica da mulher: SOP, endometriose, lipedema, TPM, ciclo menstrual e performance, recomposição corporal, estética e menopausa. Da fisiologia à conduta, não do sintoma ao cardápio.
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Eu entrei na menopausa e engordei sem mudar nada. Por quê?
Ela não está enganada. Na transição para a menopausa, a mulher pode apresentar mudança de composição corporal e de sensibilidade à insulina mantendo a mesma rotina de antes.
Meu médico falou que eu tenho SOP. O que eu como?
A resposta honesta depende de qual mecanismo está mais em jogo naquela mulher. Tratar toda SOP do mesmo jeito acerta em algumas por sorte e erra em outras sem que você entenda o motivo.
Posso treinar e comer igual em qualquer fase do ciclo?
Uma pergunta de fisiologia, não de cardápio. E das três, a que mais aparece em quem atende atleta e praticante de força.
Isso não é falha sua. É que a nutrição da mulher foi ensinada como um apêndice da nutrição geral, com gestação de um lado e "mulher que quer emagrecer" do outro. O que fica de fora é justamente o que chega no consultório toda semana.
Existe um motivo para a conduta genérica funcionar na primeira consulta e não sustentar o retorno: os casos femininos que mais aparecem são, no eixo que interessa ao nutricionista, questões metabólicas e endócrinas.
Eu passei anos estudando metabolismo da glicose dentro do laboratório da USP. É essa leitura que eu trago para a paciente mulher: fisiologia primeiro, conduta depois.
Módulos 1 a 7 já estão com todo o conteúdo preparado. Módulos 8 a 10 chegam em breve.
Você atende mulher adulta todos os dias e trava nos casos hormonais. Aqui você ganha o raciocínio para SOP, endometriose, TPM, lipedema e climatério, sem precisar mudar de área de atuação.
Você já domina a gestação e a lactação, e perde a paciente quando ela sai desse ciclo. O curso cobre o antes e o depois: pré-concepcional, pós-parto, recomposição, climatério e envelhecimento.
Sua atleta treina forte, come pouco e parou de menstruar. Você aprende disponibilidade energética, RED-S, periodização pelo ciclo menstrual e o que muda na performance em cada fase.
Saúde da mulher é um nicho com demanda óbvia e pouca gente preparada. Começar entendendo a fisiologia antes da conduta evita o erro mais comum de quem está no início: aplicar protocolo sem saber por que ele funciona.
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O risco é meu. O aprendizado é seu.
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Muito prazer, meu nome é Aline David.
Sou nutricionista, mestre e doutora em Ciências pela Universidade de São Paulo, com foco em Fisiologia Humana. Minha pesquisa foi sobre metabolismo da glicose: transportadores, resistência à insulina e produção hepática de glicose.
Quando comecei a atender mulher no consultório, ficou evidente uma coisa que a formação não organiza direito. Síndrome dos ovários policísticos, climatério, recomposição corporal e disponibilidade energética na atleta são, em boa parte, fisiologia metabólica e endócrina antes de serem qualquer outra coisa. Era exatamente o terreno que eu já conhecia.
Há mais de 16 anos atendo em consultório próprio, entre nutrição clínica e esportiva. E há 13 anos leciono em pós-graduação, formando nutricionistas por todo o país.
Eu não ensino conduta decorada por diagnóstico. Eu te ensino a entender o mecanismo, pra você saber o que fazer quando a paciente não se encaixar na descrição do livro.
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